
Mark.
Mark parecia extraordinariamente tranquilo para um homem prestes a se casar. Quem o conhecia bem, naturalmente, sabia que era mentira.








O terno estava impecável, as abotoaduras no lugar e não havia mais absolutamente nada que ele pudesse conferir pela terceira vez.
Restava esperar. Uma atividade para a qual o Apicultor jamais demonstrou possuir talento especial quando o assunto era o Furacão.
Quando chegou à catedral, restava pouco a fazer. Pela primeira vez naquele dia, Mark não precisava resolver coisa alguma. Apenas esperá-la.